Archive for the ‘Desporto’ Category

Pedalar na bicicleta estática VS. Pedalar na estrada – O que é melhor?

14 de Maio de 2012

O interesse deste desporto é mesmo pedalar. Mas não pense que pedalar no ginásio ou na rua é a mesma coisa. Uma destas grandes diferenças é que na rua treina sozinho e no ginásio existe um instrutor a orientar.

A modalidade indoor, ao eliminar factores externos (vento ou obstáculos), permite uma maior concentração do que se pedalar ao ar livre e, por outro lado, os factores motivacionais utilizados (música), movimentos (sentado ou em pé, posições das mãos), as técnicas sugeridas pelo instrutor, a velocidade dos pedais e as cargas aplicadas são factores que determinam a intensidade do esforço.

Contudo, se pedalar ao ar livre, melhora as capacidades motoras coordenativas, como a destreza, equilíbrio, cinestesia, reacção e ritmo.

Vantagens de ciclismo ao ar livre: O contacto com a natureza permite um maior bem-estar psicológico, uma excelente forma de escape ao stress, uma melhor ventilação, um desenvolvimento das defesas do organismo e uma diversão muito maior. Como, teoricamente, necessita de fazer mais pausas, também não sobrecarrega tanto as articulações do joelho.

Vantagens do ciclismo indoor: A técnica requerida é mínima, consegue queimar mais calorias e evita alguns contratempos próprios do ciclismo ao ar livre (trânsito, pedras, lama, chuva, etc.).

As chaves do spinning (indoor cycling)

O spinning é um excelente exercício aeróbico, ideal para melhorar a sua condição física, manter-se saudável e combater o perigoso sedentarismo, se bem que os resultados dependem (e muito) da aptidão do instrutor. Por isso, assegure-se de que o seu instrutor é credenciado e peça para preparar um programa individualizado ou, pelo menos, que o insiram numa aula com pessoas do mesmo nível de aprendizagem/capacidade. Ah, e não se esqueça do essencial, visite o seu médico para ver se está em condições para praticar desporto!

A diferença está no vento

Esta é a resposta a uma simples pergunta: o que pressupõe maior esforço físico, pedalar ao ar livre ou em circuito fechado?

Para se chegar a esta conclusão, uma equipa de investigadores norte-americanos mediu o suor e o trabalho cardiorespiratório de sete ciclistas profissionais, primeiro em estrada, depois em ginásio. A frequência cardíaca média durante o percurso ao ar livre (161 batimentos por minuto) foi entre 7% e 13% mais alta do que no ginásio, o que parece indicar um esforço maior. No entanto, os ciclistas que utilizaram a bicicleta estática suaram mais. A razão? O vento.

Os ciclistas de estrada são obrigados a enfrentar o vento, o que por sua vez reduz a temperatura corporal e origina a necessidade de enviar mais sangue aos músculos, comparativamente com o exercício efectuado dentro de um ginásio.



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Correr na passadeira VS. correr ao ar livre – O que é melhor?

10 de Maio de 2012

É uma escolha que há muito faz parte da nossa vida. Na hora de caminhar ou correr, qual o terreno mais adequado? Nada como conhecer as vantagens e as desvantagens tanto de correr na passadeira como de correr ao ar livre.

A passadeira é muito menos exigente do que a estrada. Talvez seja por isso que os verdadeiros amantes do atletismo e da boa forma física prefiram correr ao ar livre. Até porque as calorias gastas associadas aos treinos fora do ginásio são significativamente maiores.

Mas sabia que há atletas que se preparam para maratonas recorrendo muito às passadeiras de ginásio? Isso deve-se ao facto de a passadeira amortecer e absorver a pressão efectuada pelo movimento do atleta, ao passo que o asfalto já requer alguns cuidados especiais, tais como a escolha das sapatilhas para prevenir as tradicionais lesões a nível dos joelhos e tornozelos.

Ambas as superfícies têm os seus prós e contras, pelo que a melhor opção é aquela onde se sentir mais cómodo e seguro de si. A grande diferença reside no facto de que ao correr na rua está em contacto directo com os elementos da natureza e o tipo de piso permite manter um ritmo rápido e certo, ao passo que ao correr na passadeira tem ao dispor uma série de informações como a distância, a velocidade, as pulsações e outros dados. Sem esquecer que é sempre uma boa opção para o treino naqueles dias mais chuvosos ou muito frios.

Um estudo publicado em 2008 no Medicine & Science in Sports & Exercise mostrou que a cinética de correr na passadeira e ao ar livre é muito semelhante. O padrão de corrida na passadeira é diferente do que o do ar livre (forma de pousar o pé, por exemplo), mas os atletas conseguem facilmente adaptar-se a essas mudanças, descobriu o estudo [*1].

Atenção aos dados: 1,5 são os graus necessários de inclinação da passadeira para simular a dificuldade de correr ao ar livre.

Vantagens da passadeira: Segurança a qualquer hora do dia. Ausência de flutuações de temperatura. A superfície é mais aconselhável para as articulações.

Vantagens de correr ao ar livre: Os pulmões recebem mais ar. O esforço exigido é maior. Existe um maior gasto calórico.
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Larouere, B. & Baileys, B. & Reneau, P., The Physiological Differences in Heart Rate, Blood Pressure, and RPE During Outdoor Running Versus Indoor Treadmill Running, Medicine & Science in Sports & Exercise Vol. 40(5) págs. S264, Maio 2008 (LINK)


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Tri séries – técnica avançada de musculação para queimar mais gordura e construir músculo

3 de Maio de 2012

Muitos praticantes de musculação estagnaram os seus resultados porque nunca experimentaram técnicas de musculação avançadas. É verdade que podes fazer alterações na carga e/ou nas repetições, mas existem técnicas que te fazem sair da rotina e que realmente estimulam os teus músculos ao limite. É o caso das tri-séries.

O que são tri-séries?

As tri-séries consistem em realizar três exercícios seguidos sem pausa para descanso entre eles. São, portanto, uma técnica muito mais exigente do que as super séries. Um exemplo de uma tri-série é o supino plano para peito, seguido de puxada para tríceps na corda, seguido de curl de bíceps.

Benefícios das tri-séries

Se as super séries, em que realiza dois exercícios seguidos sem pausa para descanso, já são uma técnica bastante exigente e capaz de recrutar até as fibras musculares mais teimosas, imagine a intensidade de uma técnica como as tri-séries.
Com esta técnica vai conseguir um efeito pump brutal (músculos inchados devido ao refluxo sanguíneo). As fibras musculares vão ser estimuladas convenientemente e com pouco ou nenhum intervalo para descanso entre os exercícios.

Precauções na utilização de tri-séries

Nunca deve adoptar um regime de treino todo à base de tri-séries, sob pena de sobrecarregar os músculos e induzir o estado de catabolismo. Opte apenas por um exercício feito em tri-séries, durante uma ou duas semanas, e mantenha o treino tradicional para os restantes grupos musculares. No final deste período, escolha outros grupos musculares onde aplicar as tri-séries.

Também não se espante por ter de levantar cargas menos pesadas nos 2º e 3º exercícios em relação ao que conseguiria levantar caso os executasse em séries separadas. Isso é esperado, devido ao desgaste que os músculos sofrem à medida que os exercícios e as séries vão sendo realizadas. A fadiga muscular tem influência no volume de carga que é capaz de levantar.

Não se esqueça que esta técnica deve ser entendida como um choque para os músculos e não como a regra habitual. Pode utilizá-la para desenvolver as partes mais fracas do seu corpo.

Tri-séries permitem queimar mais gordura

Um estudo publicado em 2011 no The Journal of Strenght & Conditioning Research mostrou que incorporar tri-séries no plano de treino permite queimar mais gordura do que se seguirmos apenas um plano de treino tradicional.

Os investigadores dividiram 33 homens em três grupos: o grupo de controlo, o grupo que fez o treino tradicional e o grupo que incorporou as tri-séries no seu plano de treino. A sessão de treino consistiu em realizar o número máximo de repetições num total de seis exercícios.

No final das oito semanas do tempo do estudo, os homens do grupo tradicional registaram um aumento de 1,2kg de massa magra e os do grupo das tri-séries 1,5kg. Além disso, a redução de gordura corporal foi maior no grupo das tri-séries: menos 1,5% contra 1,1% do grupo tradicional [*1].

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Alcaraz, P. et al., Similarity in adaptations to high-resistance circuit vs. traditional strength training in resistance-trained men, The Journal of Strength & Conditioning Research 25(9):2519-27, Setembro 2011 (LINK)


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Super séries: técnica avançada de musculação para ganhos de massa muscular

26 de Abril de 2012

O que são super séries?

Provavelmente já viu alguém no seu ginásio a fazer super séries mas não se deu conta. As super séries (ou super sets, em inglês) consistem em realizar dois exercícios seguidos sem pausa para descanso entre eles. Os exercícios podem ser agonistas (dois exercícios para o mesmo grupo muscular) ou antagonistas (dois exercícios para diferentes grupos musculares).

Por exemplo, se fizer supino seguido de remada estará a realizar uma super série antagonista (neste caso, peito mais costas). Se fizer press de ombros seguido de levantamentos laterais estará a realizar uma super série agonista (ombros).

Benefícios das super séries

As super séries são uma excelente técnica de musculação pois permitem-lhe aumentar a intensidade do treino. Imagine que hoje está com a agenda apertada mas não quer perder de modo algum o seu treino de peito e costas. Normalmente precisa de 60 minutos para o completar. Se utilizar super séries, pode completar o seu treino em apenas 30 minutos.

As super séries são excelentes para desenvolver a massa muscular, no entanto, não são a melhor opção para ganhos de força. Isto acontece devido à redução de carga no segundo exercício. Tirando isso, as super séries constituem um desafio estimulante ao treino e eliminam a tendência natural dos descansos prolongados entre as séries, que diminuem severamente a intensidade do treino.

Precauções na utilização de super séries

As super séries exigem muito de si e, como tal, não são recomendadas a iniciantes na musculação. É recomendável utilizar esta técnica no mínimo durante duas ou três semanas e depois deixar de as fazer. Veja a super série como um método de choque para os seus músculos.

Por exemplo, se os seus braços forem o seu ponto mais fraco e os quiser desenvolver mais, pode utilizar super séries durante duas ou três semanas para o treino de bíceps e tríceps enquanto os restantes grupos musculares seguem o treino habitual.

Estudos científicos com super séries

Um estudo científico publicado em 2010 mostrou que a utilização de super séries no treino permite aumentar o consumo de energia depois do treino, ou seja, a energia que o organismo gasta nas 24 horas após a prática de exercício físico [*1]. As super séries são, assim, uma boa forma de queimar mais calorias, mesmo quando se encontra no período de descanso.

Com super séries é possível fazer o mesmo que o treino tradicional mas em menor tempo

Alguns estudos mostraram que as super séries permitem trabalhar à mesma intensidade de um treino longo mas em menos tempo. Foi o caso de um estudo publicado em 2010 no The Journal of Strenght & Conditioning Research, que submeteu 16 atletas treinados a dois protocolos de treino: séries tradicionais e as super séries.

O treino consistia em fazer o máximo de repetições possíveis em 3 séries de bench pull seguidas de 3 séries de supino (no caso das super séries, realizadas em forma alternada: uma série de bench pull seguida de uma série de supino, sem descanso entre elas). Se é verdade que o volume de carga (repetições x carga) diminuiu significativamente de série para série, esta diminuição foi menor no grupo das super séries [*2].

Conclusão: Este estudo mostrou que é mais eficiente utilizar o protocolo das super séries ao invés do método tradicional pois é possível fazer mais e em menos tempo.

Estes resultados foram corroborados na mesma edição da publicação científica, através de uma revisão de estudos realizados com super séries [*3].

Exemplos de super séries

Super séries antagónicas para peito e costas

- Elevações e supino plano com barra
- Remada inclinada com barra e supino inclinado com halteres

Super séries antagónicas para bíceps e tríceps

- Curl com barra em pé e extensões de tricep com barra deitado
- Press francês sentado e curl inclinado com halteres

Super séries agonistas para costas

- Elevações e remo em barra T

Super séries agonistas para peito

- Supino inclinado com barra e supino plano com halteres
- Supino plano com barra e crucifixo com halteres

Super séries agonistas para ombro

- Press militar com barra e elevações laterais com halteres
- Press militar com halteres e elevações frontais

Super séries agonistas para bíceps

- Curl com barra em pé e e curl alternado com halteres
- Curl inclinado e curl concentrado

Super séries agonistas para tríceps

- Press francês sentado e extensões na polia
- Press francês inclinado e extensões na polia com corda

Super séries agonistas para quadríceps

- Agachamento e extensão de perna
- Leg press inclinado e agachamento hack

Super séries agonistas para gémeos

- Panturrilha em pé e panturrilha sentado
- Elevação na ponta dos pés (donkey calf raises) e panturrilha em pé

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Kelleher, A. et. al., The Metabolic Costs of Reciprocal Supersets vs. Traditional Resistance Exercise in Young Recreationally Active Adults, The Journal of Strength & Conditioning Research – Vol. 24(4), págs. 1043-1051, Abril 2010 (LINK)
[*2] – Robbins, D. & Young, W. & Behm, D. et. al., The Effect of an Upper-Body Agonist-Antagonist Resistance Training Protocol on Volume Load and Efficiency, The Journal of Strength & Conditioning Research Vol. 24(10), págs. 2632-2640, Outubro 2010 (LINK)
[*3] – Robbins, D. et al., Agonist-Antagonist Paired Set Resistance Training: A Brief Review, The Journal of Strength & Conditioning Research Vol. 24(10), págs. 2873-2882, Outubro 2010 (LINK)


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O que é a creatina quinase e qual o seu papel na musculação?

19 de Abril de 2012

O que é a creatina quinase?

Ao contrário da creatina monohidrato, que é tomada como suplemento desportivo para aumento de performance e recuperação muscular, a creatina quinase (também conhecida por creatina fosfoquinase) é uma enzima presente naturalmente no nosso corpo.

A creatina quinase (CK) é uma enzima que se encontra em pequenas quantidades em todos os tecidos musculares e que intervém no processo de produção de energia a nível muscular. Ela é libertada sempre que o corpo está sujeito a grande stress físico (por exemplo, quando fazemos musculação).

Função da creatina quinase

A CK funciona como um catalisador, isto é, ela acelera uma reacção bioquímica. A sua principal função nas células é a de adicionar um grupo de fosfato à creatina, tornando-a numa molécula de fosfocreatina. A fosfocreatina é utilizada pelo organismo para fornecer energia às células.

Mas a sua manifestação não fica por aqui. Durante o processo de degeneração muscular, as células musculares quebram e libertam o seu conteúdo para a corrente sanguínea, incluindo a CK.

Creatina quinase e a saúde

Quanto mais danificadas estiverem as fibras musculares e quanto maior for a massa muscular do indivíduo, maior será a concentração de CK na corrente sanguínea. Os médicos avaliam esta concentração como indicador de dano muscular ou fadiga. Quando se encontra níveis elevados de creatina quinase numa amostra de sangue, isso geralmente indica que o músculo está a ser destruído por algum processo anormal, tal como uma distrofia muscular ou uma inflamação.

Segundo a Associação de Distrofia Muscular norte-americana, os níveis de CK situam-se, normalmente, entre as 22 e as 198 unidades por litro (variações que dependem de factores como o género, raça, etc). Mediante certas condições, podem atingir as 200 mil unidades por litro [*1]. Na medida em que a CK actua no sentido de uma recuperação mais rápida dos músculos após esforços intensos, é normal a sua presença ser mais notória quando surgem lesões musculares.

Níveis elevados de creatina quinase podem constituir, também, um indicador de infarto do miocárdio, sendo que a análise dos níveis de CK no sangue constitui, assim, um diagnóstico corrente. Tomar medicação para o colesterol também pode ser motivo para ver os níveis de CK disparar, assim como hipotireoidismo.

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Simply Stated… The Creatine Kinase Test, MDA Publications, QUEST Vol. 7 Nº 1, Fevereiro 2000 (LINK)


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VimaFit – Evento de Crossfit em Guimarães

13 de Abril de 2012

A Prozis patrocina o VimaFit, o maior evento de crossfit alguma vez organizado no norte de Portugal.

Não faltes, há prémios para os vencedores! Faz já a tua pré-inscrição no site Crossfit Portugal.



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Drop sets – técnica eficiente para hipertrofia muscular

5 de Abril de 2012

Entre as várias técnicas avançadas de musculação utilizadas pelos frequentadores do ginásio, os drop sets são das melhores para hipertrofia muscular. É uma técnica intensa direccionada para o ganho de massa muscular.

O que são drop sets?

O drop set é uma técnica que consiste em fazer o máximo de repetições possíveis com determinada carga e imediatamente reduzir o peso para poder fazer mais repetições novamente até à falha. Isto significa que praticamente não há descanso entre os sets.

Benefícios dos drop sets

Os drop sets têm a vantagem de fatigar os músculos num curto espaço de tempo, recrutando mesmo aquelas fibras mais teimosas. Muitas vezes, quem faz musculação falha em conseguir recrutar todas as fibras musculares do grupo muscular que está a ser treinado. Os drop sets resolvem esse problema. Nenhuma fibra fica de fora do trabalho.

Como funciona a técnica dos drop sets?

Se estivermos a usar uma quantidade de carga adaptada para 12 repetições, a partir da nona repetição já começará a ser difícil completar a repetição. A última já só com grande esforço conseguiremos completá-la. Já não dá para fazer uma 13ª repetição pois atingimos a falha muscular. Mas se reduzirmos a carga 10 a 20% já nos será possível completar mais uma série de repetições.

O que aconteceu foi que atingimos a falha muscular para aquele número de repetições com aquela carga mas não atingimos a falha absoluta. Para recrutar todas as fibras musculares, precisamos de fazer mais repetições com menos carga. Isto permitirá um maior crescimento muscular pois o corpo terá mais fibras musculares para recuperar (e sempre que recupera, compensa, para que da próxima vez o desempenho seja melhor).

Cuidados com a técnica dos drop sets

Sendo uma técnica muito exigente, não é recomendada a iniciantes e mesmo quem já treina há algum tempo não deve executá-la mais do que uma vez por semana para cada um dos grandes grupos musculares, sob pena de levar o corpo ao estado de overtraining.

Relativamente a esta questão do overtraining, resultante do uso de drop sets, não há uma recomendação universal. Se um praticante de musculação vai entrar ou não em overtraining com a utilização da técnica de drop sets, vai depender de factores como descanso, qualidade da alimentação, intensidade do treino, há quanto tempo treina, etc.

Normalmente, o que se recomenda é que utilize a técnica do drop set apenas uma vez por semana por cada grande grupo muscular. Imagine que quer utilizar esta técnica no treino de peito e que a sua rotina de peito tem 4 exercícios. Só deve fazer drop set num dos exercícios, preferencialmente na última série do último exercício.

Mas voltamos a afirmar que isto não é taxativo. Se falar com atletas que costumam utilizar o drop set, alguns dir-lhe-ão que o fazem apenas na última série do último exercício enquanto outros dir-lhe-ão que utilizam o drop set na última série de cada um dos exercícios.

Conheça o seu corpo. Experimente e tire as suas próprias conclusões.



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Musculação: Plano de treino de peito para iniciantes

23 de Março de 2012

Para muitos, o dia de treinar peito é o melhor da semana. Neste artigo, conduzimos-te no caminho correcto para estimulares o crescimento do teu peito, recorrendo a máquinas que estimulam o desenvolvimento dos teus peitorais.

Como principiante, joga sempre pelo seguro, escolhendo pesos mais leves. Isto é, se não conseguires terminar as repetições listadas no plano, reduz a carga na próxima série.

No primeiro exercício, em que o número de repetições é descendente, aumenta a carga em cada série.


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Supino inclinado na Smith

POSIÇÃO INICIAL: Deite-se num banco inclinado (inclinação de cerca de 45º) e segure na barra de forma a que ela encoste à parte superior do peito. As palmas das mãos devem estar voltadas para cima e de forma a que o seu braço e antebraço formem um ângulo de 90 graus.

MOVIMENTO: Levante a barra até ligeiramente antes de ocorrer o bloqueio dos cotovelos. Desta forma trabalhará mais o peitoral. Baixe a barra de novo até à posição inicial.

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Supino declinado com barra

POSIÇÃO INICIAL: Deite-se num banco declinado e faça uma pegada na barra com a palma das mãos voltada para a frente e com um afastamento igual à distância entre os ombros. Na posição incial, a barra deve quase encostar à parte inferior do peito.

MOVIMENTO: Empurre a barra directamente para cima, até ocorrer o bloqueio dos cotovelos. Abaixe o peso lentamente de regresso à posição inicial.

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Pullover na máquina

POSIÇÃO INICIAL: Sente-se na máquina de pullover, pouse os cotovelos nos apoios e agarre a barra.

MOVIMENTO: Empurre a barra para baixo, à frente do seu peito, mantenha-a em baixo por alguns segundos e levante-a de regresso à posição inicial.

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Peck Deck

POSIÇÃO INICIAL: Sente-se na máquina e pouse os cotovelos e os braços nos apoios. Para obter melhores resultados, posicione os braços de forma a que os cotovelos fiquem ligeiramente abaixo da linha dos ombros.

MOVIMENTO: Traga os apoios para a frente do peito, utilizando os braços para empurrá-los. Regresse lentamente à posição inicial. Não balance o tronco durante o movimento.

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Flexões

POSIÇÃO INICIAL: Mantenha as mãos um pouco mais abertas do que os ombros, com os dedos unidos e a apontar para a frente. Use a ponta dos pés para os apoiar no chão.

MOVIMENTO: Desça o tronco em direcção ao chão e volte a subi-lo, com a ajuda dos braços. Inspire enquanto desce o corpo e expire ao elevá-lo. Na subida, não estenda completamente os braços, de forma a manter a pressão nos peitorais.

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Flexão de braços em barras paralelas

POSIÇÃO INICIAL: Segure as barras, de costas para as mesmas, e levante o corpo até os braços ficarem completamente estendidos. Cruze as pernas.

MOVIMENTO: Baixe lentamente o corpo até ocorrer bloqueio dos cotovelos. Volte a elevar o corpo até à posição incial. Mantenha o tronco erecto durante todo o exercício.

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Imagens: Revista Muscle & Fitness


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Vencedoras Arnold Classic 2012 Miss Bikini

5 de Março de 2012

A campeã na categoria de Miss Bikini da edição deste ano dos míticos prémios Arnold foi Sonia Gonzales, a que se seguiram outras concorrentes de peso e renome: India Paulino, Nicole Nagrani, Jamie Baird, Nathalia Melo e Juliana Danieli.

1) Sonia Gonzales

2) India Paulino

3) Nicole Nagrani

4) Jamie Baird

5) Nathalia Melo

6) Juliana Danieli



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1) Adela Garcia

2) Camala Rodriguez

3) Oksana Grishina

4) Bethany Cisternino

5) Tanji Johnson

6) Myriam Capes



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