Archive for the ‘Anti-envelhecimento’ Category

Dicas para viver mais tempo

28 de Dezembro de 2010

Não, ainda não é desta que lhe vamos apresentar o suplemento da juventude eterna. Vamos sim dizer-lhe que hábitos são imprescindíveis para uma vida mais longa. Não importa a idade que tenha, você tem o poder de alterar vários hábitos que influenciam a sua esperança média de vida e o quão activo se sente nos últimos anos dela.

Estas são algumas acções que lhe permitirão aumentar as suas probabilidades de viver mais anos e com melhor qualidade de vida:

1) Não fume;

2) Pratique exercício físico com regularidade e envolva-se regularmente em actividades de grupo;

3) Tenha uma dieta rica em cereais integrais, vegetais e frutas.;

4) Consuma um suplemento multivitamínico diariamente e certifique-se de que tem suficiente cálcio e vitamina D;

5) Mantenha a forma (e um peso saudável). Não esteja sempre na rotina do “engorda, emagrece, engorda, emagrece”. O corpo ressente-se;

6) Desafie a sua mente. Vá aprendendo coisas novas e experimentando novas actividades;

7) Construa uma forte rede social;

8 ) Siga as recomendações de saúde e higiene diárias (como o bom hábito de lavar as mãos regularmente ao longo do dia);

9) Lave os dentes várias vezes ao dia e consulte regularmente o dentista;

10) Consulte diariamente o Logon, pois é aqui que encontra as dicas para viver mais tempo!



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Alimentação anti-envelhecimento

30 de Junho de 2010

O envelhecimento é o processo através do qual as nossas capacidades físicas e mentais se vão deteriorando com o avançar da idade. A má notícia é que é um processo inevitável. Não dá para fugir dele. A boa notícia é que, não obstante, existem formas de o retardar. Para combater o envelhecimento, nada como ter bons hábitos alimentares. Deixamos aqui as regras a seguir:

1) Nunca esquecer os legumes.

É daquelas pessoas que coloca os legumes no canto do prato e apenas come o resto? Muito má ideia! Os legumes são baixos em calorias e contêm propriedades antioxidantes, substâncias responsáveis por combater os organismos prejudicais ao seu organismo. Espinafres, espargos, cebolas, alhos, cenouras, tomates, pimentos, etc, são óptimos para revitalizar a pele. Consuma legumes pelo menos ao almoço e ao jantar.

2) Fruta – outro componente essencial.

Os legumes e a fruta andam de mãos dadas em termos de importância para o nosso organismo. A fruta é rica em vitaminas e fibras. De entre aquelas com mais propriedades antioxidantes encontram-se as ameixas, morangos, amoras, mirtilos, maçãs, pêras, abacaxis, kiwis, laranjas e melancias. Coma entre uma a três peças de fruta por dia (2 é o recomendado).

3) Rejuvenesça com vitamina C.

A vitamina C eliminar os radicais livres, substâncias tóxicas ao organismo, e estimula a formação de colagénio (essencial para uma boa saúde da pele). Uma recente investigação publicada no Cell Stem Cell mostrou que a vitamina C pode ser um componente muito importante na reprogramação das células envelhecidas, tornando-as mais novas. A vitamina C pode ser encontrada nos citrinos, morangos, verduras, batatas ou suplementos. A quantidade mínima recomendada é 90mg para homens e 75mg para mulheres.

4) Do mar vem a saúde.

Alguns tipos de peixes, por serem ricos em ácidos gordos ómega 3, são óptimos agentes anti-envelhecimento. Falamos dos casos do salmão, da sardinha, da cavala e da truta.

5) A proteína é fundamental.

O consumo proteico deve ser convenientemente garantido ao longo do dia, quer através das refeições (frango, peru, lacticínios), quer através de suplementos. A vantagem de consumir proteína através de suplementos prende-se com o facto de que os mesmos são pobres em açúcares e gordura que, segundo muitos dermatologistas, aceleram o processo do envelhecimento.

6) Vai um cházinho?

O chá verde é muito rico em antioxidantes, pelo que é um bom aliado na luta contra o envelhecimento. Beba pelo menos uma chávena de chá por dia.

7) Água, claro está!

Por último mas nem por isso menos importante: a água é essencial para a hidratação do corpo. Manter-se hidratado irá evitar a perda de firmeza da pele, bem como o aparecimento de rugas. Beba entre 1,5l a 2l de água por dia.



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Nutrição em Destaque (Maio 2010) – Desporto

4 de Junho de 2010

Nutrição em Destaque é a crónica mensal do Logon onde são destacados os estudos mais significativos publicados nos jornais científicos dedicados à Nutrição Desportiva e Ciências do Desporto.

Estes são os destaques de Maio de 2010 na área do Desporto e exercício físico:
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1) Velocidade do remate afectada pelos repetidos “sprints” exigidos aos praticantes de pólo aquático.

Os “sprints” são um componente central nas competições de pólo aquático. Devido à sua forte exigência física, um grupo de investigadores quis analisar se a velocidade e a pontaria do remate de um jogador de pólo aquático é afectada negativamente depois de repetidos sprints.

Onze jogadoras de pólo aquático com idade média de 19 anos foram divididas em dois grupos. O grupo de controlo executou 10 remates da linha de 5m, espaçados por um período de descanso de 35 segundos. De modo a avaliar a pontaria, os remates visaram um determinado alvo na baliza. As atletas do outro grupo também executaram um remate à baliza nas mesmas condições mas, ao contrário do 1º grupo, fizeram um sprint entre cada remate. O sprint consistiu nadar desde a linha dos 2m até ao meio campo e depois regressar à linha de 5m para executar o remate.

Os cientistas constataram que a velocidade do remate das atletas que não fizeram os sprints era significativamente maior do que as que fizeram (3,13 milhas por hora (mph) e 2,76 mph, respectivamente). A nível da pontaria não se registaram diferenças significativas. Os cientistas deixaram um aviso aos treinadores: os treinos devem incorporar sprints repetidos, de maneira a simular as condições dos jogos.

*Stevens, H. et. al., Effect of swim sprints on throwing accuracy and velocity in female collegiate water polo players, The Journal of Strength and Conditioning Research 24(5): 1195-1198, Maio 2010 (LINK)
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2) Massagens antes das competições prejudicam desempenho.

É prática comum de alguns clubes massajar os seus atletas antes das competições. Fazem-no com o intuito de estimular os músculos e, por conseguinte, aumentar o rendimento dos atletas. Um investigador decidiu verificar se as massagens antes da competição realmente aumentam o desempenho.

Vinte desportistas treinados foram colocados em 3 grupos. Os atletas foram submetidos a um destes procedimentos: 1) massagem pré-competição, 2) aquecimento normal ou 3) massagem pré-competição + aquecimento normal. Foram massajados os músculos que trabalham no sprint. Depois do procedimento, executaram um sprint de 20 metros.

O investigador verificou que a velocidade do sprint dos atletas que receberam apenas a massagem foi menor do que a dos restantes atletas. Entre o grupo dos atletas que fizeram um aquecimento normal e aqueles que combinaram o aquecimento com a massagem não houve nenhuma diferença significativa. Perante isto, foi concluído que a prática da massagem antes da competição não tem efeitos visíveis no que toca à velocidade do sprint e, como tal, não se justifica.

*Fletcher, I., The effects of precompetition massage on the kinematic parameters of 20-m sprint performance, The Journal of Strength and Conditioning Research 24(5): 1179-1183, Maio 2010 (LINK)
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3) Alongamentos entre séries de supino diminuem velocidade de execução.

Entre outras coisas, os alongamentos previnem lesões por sobrecarga e ajudam a repor o equilíbrio entre os músculos agonistas e antagonistas. Por essa razão, alguns bodybuilders alongam os músculos entre cada série de repetições. Um grupo de investigadores decidiu avaliar se esta prática tem algum efeito na execução do supino.

Vinte jovens estudantes executaram 2 séries seguidas de supino em 3 dias diferentes. Entre as séries, alguns deles fizeram alongamentos estáticos, outros alongamentos dinâmicos e outros não fizeram nenhum tipo de alongamento. Os cientistas verificaram que os alongamentos estáticos reduziram significativamente a velocidade de levantamento do haltere na segunda série.

Concluíram, portanto, que nas situações onde a velocidade de execução do exercício é importante (como em treinos específicos de adaptação), os alongamentos estáticos entre as séries devem ser evitados ou substituídos por alongamentos dinâmicos.

*García-López, D et. al., Interset stretching does not influence the kinematic profile of consecutive bench-press sets, The Journal of Strength and Conditioning Research 24(5): 1361-1368, Maio 2010 (LINK)
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4) Protector bucal não interfere negativamente com a respiração.

O protector bucal é um objecto que reduz o risco de lesões nos dentes, gengivas e lábios. Estrelas do desporto como Cristiano Ronaldo e Tiger Woods utilizam-no nas competições. No entanto, muitos atletas não o usam com receio que o mesmo atrapalhe a respiração e, por conseguinte, a performance. Foi com o intuito de confirmar a validade deste receio que um grupo de investigadores avaliou os efeitos do protector bucal na respiração de atletas femininos.

Onze jovens mulheres desempenharam 3 testes de esforço de máxima intensidade em alturas diferentes. Algumas delas utilizaram um protector bucal. Durante e depois do exercício foram medidos os seguintes factores: ritmo cardíaco, nível de esforço percebido, consumo de oxigénio e ventilação pulmonar. Os cientistas não registaram diferenças relevantes nos parâmetros avaliados entre as mulheres que usaram protector bucal e as que não usaram. Como tal, concluíram que os atletas podem usar esta ferramenta sem receio de efeitos negativos na performance.

*Rapisura, K. et. al., Physiological variables and mouthguard use in women during exercise, The Journal of Strength and Conditioning Research 24(5): 1263-1268, Maio 2010 (LINK)
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5) Para recuperar, nada melhor do que exercícios na piscina.

Uma equipa de cientistas comparou a eficiência de três diferentes métodos de recuperação muscular pós-treino: exercícios de baixa-intensidade na piscina, electroestimulação e recuperação passiva (sentar-se e descansar). Foram avaliados os efeitos a nível fisiológico (consumo de oxigénio, concentração sanguínea do lactato e percentagem de saturação de hemoglobina nos músculos), psicológico (níveis de esforço percebido, dores musculares e recuperação) e da performance.

Oito homens desempenharam um teste de corrida duas vezes por dia, em três dias diferentes. Após os testes, os homens foram sujeitos a um dos três diferentes métodos de intervenções mencionados no parágrafo anterior. Os resultados mostraram que os exercícios na água (60%) e a electroestimulação (40%) foram as intervenções pós-treino que se revelaram mais eficientes a nível da recuperação muscular.

*Cortis, C. et. al., Effects of Post-Exercise Recovery Interventions on Physiological, Psychological, and Performance Parameters, International Journal of Sports Medicine 2010; 31(5): 327-335, Maio 2010 (LINK)
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Outros destaques:

- Exercício físico diminui casos de mortalidade provocados por cancro do pulmão.

*Xuemei, S. et. al., Influence of Cardiorespiratory Fitness on Lung Cancer Mortality, Medicine & Science in Sports & Exercise Vol. 42 – Issue 5 – págs. 872-878, Maio 2010 (LINK)

- Exercício físico regular atrasa envelhecimento das células.

*Puterman, E. et. al., The Power of Exercise: Buffering the Effect of Chronic Stress on Telomere Length, PLoS ONE 5(5): e10837. doi:10.1371/journal.pone.0010837, Maio 2010 (LINK)


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Nutrição em Destaque (Abril 2010) – Saúde

11 de Maio de 2010

Nutrição em Destaque é a crónica mensal do Logon onde são destacados os estudos mais significativos publicados nos jornais científicos dedicados à Nutrição Desportiva e Ciências do Desporto.

Estes são os destaques de Abril de 2010 na área da Saúde:
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1) Consumo elevado de alimentos ricos em fosfato corta anos de vida!

Uma investigação conduzida por cientistas da Escola de Harvard, nos EUA, detectou que o consumo de alimentos com elevados níveis de fosfato acelera o processo de envelhecimento. No estudo realizado com ratos de laboratório, os cientistas observaram que os ratos que ingeriram alimentos ricos em fosfato envelheceram mais depressa do que aqueles cuja dieta não contemplava este mineral. Para além disso, o estudo também alertou para o facto de que elevados níveis de fosfato podem aumentar a incidência de complicações próprias da idade, como a calcificação cardiovascular, atrofia de pele e insuficiência renal crónica.

Dentro do grupo de alimentos ricos em fosfato encontram-se os refrigerantes e as comidas processadas (comidas que basta aquecer no microondas e estão prontas a comer). Shawkat Razzaque, coordenador da investigação, afirmou: “Os seres humanos necessitam de uma dieta saudável. Equilibrar o consumo de fosfato pode ser importante para alcançar uma vida saudável e maior longevidade“.

*Ohnishi, M. & Razzaque, S., Dietary and genetic evidence for phosphate toxicity accelerating mammalian aging, The FASEB Journal, Abril 2010 (LINK)
*Early Death by Junk Food? High Levels of Phosphate in Sodas and Processed Foods Accelerate the Aging Process in Mice, ScienceDaily, Abril 2010 (LINK)

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2) Restrição de calorias não elimina apenas peso… também fortalece o sistema imunológico.

Uma investigação científica realizada com indivíduos com peso acima do indicado (mas não obesos) mostrou que uma dieta baixa em calorias, para além dos efeitos sentidos no peso, também intensifica a resposta do sistema imunitário.

Os investigadores dividiram 46 indivíduos em 2 grupos. Os indivíduos de um dos grupos cortaram o consumo de calorias em 30%. No outro grupo o corte foi de 10%. No final dos 6 meses de estudo, os cientistas registaram que a resposta das células-T, um tipo de glóbulos brancos, aumentou significativamente em ambos os grupos, fazendo-se notar mais no grupo que mais cortou nas calorias.

*Less Is More When Restraining Calories Boosts Immunity, ScienceDaily, Abril 2010 (LINK)
*Ahmed, T. et. al., Calorie Restriction Enhances T-Cell–Mediated Immune Response in Adult Overweight Men and Women, The Journals of Gerontology 64A : (11) págs. 1107-1113, 2009 (LINK)
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3) Exercício físico – prescrição para a depressão e a ansiedade.

Uma revisão de dezenas de estudos científicos publicados em jornais científicos confirmou que o exercício físico é uma poderosa terapia contra a depressão e a ansiedade. Segundo Jasper Smiths, investigador que reviu os estudos, os profissionais de saúde que trabalham com este tipo de pacientes deviam prescrever mais este tipo de tratamento. Para além de melhorar os índices de confiança de pacientes deprimidos ou com ansiedade, a actividade física aumenta a concentração.

(Nota Prozis: o Logon já tinha escrito um artigo sobre isto. Leia: Previna a depressão e a ansiedade com exercício físico)

*Mental Health Providers Should Prescribe Exercise More Often for Depression, Anxiety, Research Suggests, ScienceDaily, Abril 2010 (LINK)

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4) Terapia de dança melhora o equilíbrio e a postura dos idosos.

As aulas de dança não são só divertidas. Também podem ser terapêuticas, pelo menos para pessoas com idade já avançada. Dois estudos recentes conduzidos por investigadores norte-americanos mostraram que indivíduos que participaram em terapias que incluíam aulas de dança melhoraram o seu equilíbrio e postura. Jean Krampe, enfermeira e doutoranda, afirmou: “Encontramos melhorias a nível do equilíbrio, postura e coordenação entre os idosos que participaram em sessões de terapia com dança.

A melhoria destas características é importante uma vez que reduz o risco de quedas e consequentes lesões.

*krampe, J. et. al., Dance-Based Therapy in a Program of All-inclusive Care for the Elderly: An Integrative Approach to Decrease Fall Risk, Nursing Administration Quarterly Vol. 34 – Issue 2 – págs. 156–161, Abril 2010 (LINK)


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A importância da vitamina C

13 de Janeiro de 2010

Desde a sua descoberta em 1932, a vitamina C tem estado debaixo do olhar dos cientistas. Mesmo antes de ser descoberta, os especialistas em nutrição reconheciam que havia qualquer coisa nas frutas do género Citrus que prevenia o escorbuto, doença que causa a hemorragia das gengivas e feridas que não cicatrizam. O escorbuto matou cerca de 2 milhões de marinheiros entre 1500 e 1800 [*1]. Em 1970, Linus Pauling, Nobel da Química em 1954, promoveu megadoses de vitamina C (o equivalente a 12 a 24 laranjas) como forma de prevenir resfriados e algumas doenças crónicas.

Não havia dúvidas de que a vitamina C desempenhava um papel importante no controlo de infecções. Além disso, é um poderoso antioxidante que pode neutralizar a acção maléfica dos radicais [*2] e ajuda na fabricação de colagénio, uma proteína necessária para ter ossos, dentes, gengivas e vasos sanguíneos saudáveis [*3].

Propriedades rejuvenescedoras

Uma recente investigação publicada no Cell Stem Cell mostrava que a vitamina C pode ser um componente muito importante na reprogramação das células envelhecidas, tornando-as mais novas. Ao activar determinados genes, tornava-se possível reprogramar as células para estas rejuvenescerem. A investigação realçou o papel da vitamina C como agente anti-envelhecimento [*4].

Qual a quantidade de vitamina C que preciso?

Apesar dos muitos estudos que se têm debruçado sobre a vitamina C, ainda não há muito consenso sobre a quantidade diária certa que se deve ingerir. O Instituto de Medicina recomenda um consumo diário de 90 miligramas de vitamina C para homens e 75 mg para mulheres (recomenda-se que os fumadores activos consumam 110 mg de vitamina C). Parece haver consenso de que o limite máximo está nos 2 gramas diários.

Fontes de vitamina C: cidra, laranja, limão, tangerina, pimentão vermelho e verde, tomates, bróculos e espinafres. Muitos cereais matutinos também contêm vitamina C.

Produtos Prozis à base de vitamina C:


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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Carpenter KJ. The history of scurvy and vitamin C. Cambridge: Cambridge University Press, 1986 (LINK)
[*2] – Na Química, radicais são moléculas liberadas pelo metabolismo do corpo com electrões altamente instáveis que podem causar doenças degenerativas de envelhecimento e morte das células.
[*3] – Institute of Medicine, Dietary reference intakes for vitamin C, vitamin E, selenium, and carotenoids, Washington, DC: National Academy Press, 2000 (LINK)
[*4] – Esteban et. al., Vitamin C Enhances the Generation of Mouse and Human Induced Pluripotent Stem Cells, Cell Stem Cell Vol. 6 – Issue 1 – págs. 71-79, Dezembro 2009 (LINK)


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Chocolate faz bem?

7 de Janeiro de 2010

Quem não gosta de saborear um bom chocolate ou produto com chocolate? Uns são mais gulosos que outros, no entanto, praticamente todas as pessoas apreciam chocolate ou produtos que tenham chocolate. O que muita gente se calhar não sabe é que, nos últimos anos, diversos estudos têm vindo a comprovar que o chocolate é um bom aliado do coração, da pele e do cérebro [*1].

Um estudo realizado por investigadores da Escola de Saúde Pública de Harvard mostrou que existe uma associação entre o consumo de chocolate e uma maior longevidade [*2]. Na sua investigação, os cientistas registaram que os indivíduos que consumiram apenas 1 a 3 chocolates por mês viveram menos anos de vida do que aqueles que comiam chocolate com mais regularidade. O estudo foi publicado no British Medical Journal [*3]. Os investigadores afirmam que o cacau, de onde o chocolate é feito, previne a oxidação e ajuda a desenvolver as funções imunológicas, o que leva a uma diminuição do risco de doenças cardíacas ou cancros.

Um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition mostrava que o consumo regular de chocolate aumenta o metabolismo da glicose e reduz os níveis de pressão arterial, reduzindo, assim, o risco de hipertensão [*4]. Outro estudo na publicação científica Hypertension, para além de mostrar que o consumo de chocolate reduz os níveis de pressão arterial, reduzia também a resistência à insulina, um distúrbio imunológico que faz com que o nosso corpo não consiga usar a própria insulina apropriadamente, uma situação mais preocupante em diabéticos [*5].

O que não quer dizer que chocolate em quantidades excessivas não faça mal

Como alertou I-Mind Lee, cientista da Escola Pública de Saúde de Harvard, coordenadora da investigação: “Nós não estamos a dizer que o chocolate não tem efeitos adversos. Ele causa cáries dentárias e pode levar à obesidade, se o seu consumo não for balanceado com actividade física. O que este estudo mostra é que, se equilibrares o consumo de chocolate com a actividade física apropriada, então, o chocolate pode não ser mau de todo[*6].

Sugestão Prozis:

Existem várias formas de consumir chocolate para além das tradicionais tabletes de chocolate. Você pode usufruir das propriedades benéficas do chocolate através de suplementos. Pode consumir chocolate através da sua proteína. Por exemplo, o Protein Delicatesse da Aminostar contém pepitas de chocolate. Pode também optar pelo sabor a chocolate da ProEffect Yummy Protein da Bodyraise. Outra boa escolha seria o Mammoth da PRO. E nunca esquecer as barras Promax Meal, com cobertura de verdadeiro chocolate preto.


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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1]Chocolate can do good things for your heart, skin and brain, CNN, Dezembro 2006 (LINK)
[*2]Chocolate = Life?, Harvard School of Public Health, Fevereiro 1999 (LINK)
[*3]Life is sweet: candy consumption and longevity, British Medical Journal 317:1683-1684, Dezembro 1998 (LINK)
[*4]Cocoa, diabetes, and hypertension: should we eat more chocolate?, The American Journal of Clinical Nutrition Vol. 81, No. 3, 541-542, Março 2005 (LINK)
[*5]Cocoa Reduces Blood Pressure and Insulin Resistance and Improves Endothelium-Dependent Vasodilation in Hypertensives, Hypertension 46:398, Julho 2005 (LINK)
[*6] – Ref. 2


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