Archive for the ‘Infertilidade’ Category

Suplementos vitamínicos: sim ou não?

28 de Junho de 2010

O que são multivitamínicos?

Os multivitamínicos são complexos que reúnem vitaminas e minerais essenciais numa única cápsula. Foram concebidos para suprir as necessidades nutricionais que a maioria das pessoas apresenta, devido ao seu atarefado estilo de vida onde muitas vezes não há tempo para consumir uma refeição saudável.

São uma forma prática de assegurar que o seu organismo não apresente défice de vitaminas e minerais, essenciais ao seu desenvolvimento saudável.

Alguns benefícios demonstrados por estudos científicos

Estudos anteriores realizados com multivitamínicos sugeriram que eles ajudam a prevenir as cataratas [*1], o cancro do cólon  [*2], a melhorar a cognição [*3] [*4], a fertilidade [*5] e a resposta do sistema imunitário [*6].

Multivitamínicos melhoram capacidade mental

A maior parte dos estudos com multivitamínicos integra apenas pessoas idosas (mais de 55 anos). Porém, um novo estudo realizado por investigadores da Universidade de Northumbria, que avaliou adultos entre os 30 e os 55 anos, detectou grandes benefícios do consumo de suplementos multivitamínicos a nível mental [*7].

No estudo, 215 homens entre os 30 e os 55 anos consumiram ou um suplemento multivitamínico ou um placebo durante 33 dias. Estes homens foram avaliados antes e depois do período da investigação, a nível do estado de espírito, stress e saúde mental.

Antes do estudo não havia diferenças significativas entre os homens posteriormente distribuídos pelos 2 grupos. No entanto, depois dos 33 dias de estudo, o grupo que consumiu o multivitamínico mostrou melhorias relativas a nível da capacidade e bem-estar mental. Isso incluiu menos stress, mais vigor e melhor estado de espírito e humor.

Além disso, a capacidade de raciocínio também aumentou. Os voluntários tiveram de desempenhar testes como contar números de trás para a frente em 3 ou 7 segundos. Saíram-se melhor aqueles que consumiram o suplemento multivitamínico durante o estudo.

Não exagerar nas doses

Um multivitamínico irá ajudá-lo a melhorar as suas capacidades, caso não consuma as quantidades mínimas diárias de vitaminas e minerais recomendas pelos nutricionistas. No entanto, só o deve consumir caso não consiga ter uma alimentação completa durante o dia (o que é provável, ainda mais se praticar desporto).

Multivitamínicos Prozis:

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Kuzniarz, M. et. al., Use of vitamin supplements and cataract: the Blue Mountains Eye Study, American Journal of Ophthalmology 132(1):19-26, Julho 2001 (LINK)
[*2] – Jacobs, E. et. al., Multivitamin Use and Colorectal Cancer Incidence in a US Cohort: Does Timing Matter?, American Journal of Epidemiology 158:621-628, 2003 (LINK),
[*3] – Chandra, R., Effect of vitamin and trace-element supplementation on cognitive function in elderly subjects, Nutrition 17(9):709-12, Setembro 2001 (LINK)
[*4] – Benton, D. & Fordy, J. & Haller, J., The impact of long-term vitamin supplementation on cognitive functioning, Psychopharmacology 117(3):298-305, Fevereiro 1995 (LINK)
[*5] – Czeizel, A. & Métneki, J. & Dudás, I., The effect of preconceptional multivitamin supplementation on fertility, International Journal for Vitamin and Nutrition Research 66(1):55-8, 1996 (LINK)
[*6] – Pike, J. & Chandra, R., Effect of vitamin and trace element supplementation on immune indices in healthy elderly, International Journal for Vitamin and Nutrition Research 65(2):117-21, 1995 (LINK)
[*7]Hot air? Scientific study suggests multivitamin can add sparkle, Northumbria University, Junho 2010 (LINK)


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Nutrição em Destaque (Abril 2010) – Nutrição

10 de Maio de 2010

Nutrição em Destaque é a crónica mensal do Logon onde são destacados os estudos mais significativos publicados nos jornais científicos dedicados à Nutrição Desportiva e Ciências do Desporto.

Estes são os destaques de Abril de 2010 na área da Nutrição:
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1) BCAA’s – a sua gasolina anabólica.

18 atletas masculinos que já tinham realizados treinos de resistência no passado foram divididos em 2 grupos: o grupo dos BCAA’s e o grupo do placebo. Os atletas consumiram os respectivos suplementos durante 4 semanas. Os investigadores retiraram amostras de sangue dos atletas antes e depois da suplementação. Eles verificaram que os atletas do grupo dos BCAA’s possuía níveis maiores de testosterona e menores níveis de cortisol e creatina kinase.

A testosterona é a hormona responsável pelo desenvolvimento dos músculos, entre outros sistemas e características humanas. Elevados níveis de creatina quinase indicam que o músculo se encontra sob grande stress por culpa de algum processo anormal, como uma inflamação ou uma distrofia muscular. Como tal, esta investigação mostrou que a suplementação com BCAA’s pode criar um estímulo anabólico ao mesmo tempo que reduz os danos musculares provocados por treinos de resistência de alta intensidade.

*Sharp, C. & Pearson, D., Amino acid supplements and recovery from high-intensity training, The Journal of Strength and Conditioning Research 24(4): 1125-1130, Abril 2010 (LINK)
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2) Arginina e Ornitina abrem-lhe as portas para o crescimento!

Um grupo de cientistas propôs-se investigar os efeitos que a suplementação com arginina e ornitina tem na síntese da hormona de crescimento e da circulação de insulina no organismo em atletas que praticam musculação. 17 Praticantes de musculação foram divididos em dois grupos. Num deles, os atletas tomaram suplementos de arginina e ornitina. Os atletas do outro grupo receberam um placebo.

As análises às amostras de sangue recolhidas dos atletas permitiram aos cientistas registar um maior estímulo na síntese da hormona de crescimento e maior circulação de insulina nos atletas suplementados com arginina e ornitina. A hormona de crescimento estimula o crescimento muscular. Os picos de insulina ajudam os nutrientes a serem rapidamente fornecidos aos músculos, no momento em que eles mais precisam. Daí a relevância deste estudo para o mundo do culturismo.

*Zając, A. et. al., Arginine and ornithine supplementation increases GH and IGF-1 serum levels after heavy-resistance exercise in strength-trained athletes, The Journal of Strength and Conditioning Research 24(4): 1082-1090, Abril 2010 (LINK)
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3) Chocolate preto – bom para o fígado e para o coração

Uma investigação levada a cabo por cientistas espanhóis e apresentada no Encontro Anual da Associação Europeia para o Estudo do Fígado, realizada em Viena, mostrou que o chocolate preto pode ajudar pacientes que sofram de cirrose do fígado e de elevada pressão arterial. O estudo mostrou que o chocolate preto reduz o dano dos vasos sanguíneos de pacientes com cirrose e baixou a pressão arterial dos mesmos. Isso deve-se ao facto de o chocolate preto conter antioxidantes potentes.

Num outro estudo, publicado no mês passado, investigadores alemães analisaram 19,357 pessoas entre os 35 e 65 anos durante um período de 10 anos e concluíram que o chocolate, especialmente o preto, permite manter a pressão arterial a níveis controlados e reduzir o risco de ter um ataque cardíaco. Comparado com o grupo das pessoas que consumiu apenas 1,7 gramas de chocolate por dia, o grupo das pessoas que comeram 7,5 gramas de chocolate todos os dias apresentou um risco 39% menor de sofrer de doenças do coração.

(Artigo relacionado: Chocolate faz bem?)

*Potential Benefit of Dark Chocolate for Liver Disease Patients, ScienceDaily, Abril 2010 (LINK)
*Buijsse, B. et. al., Chocolate consumption in relation to blood pressure and risk of cardiovascular disease in German adults, European Heart Journal, Março 2010 (LINK)
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4) Baixos níveis de vitamina D associados a problemas respiratórios e problemas nas articulações.

Segundo um estudo publicado no jornal científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology, baixos níveis de vitamina D provocam dificuldades no funcionamento correcto dos pulmões e maior dependência de medicamentos em pessoas com asma. O estudo foi realizado com crianças asmáticas e também mostrou que a vitamina D aumenta a actividade do corticosteróide, o mais eficaz medicamento usado para controlar a asma.

Daniel Searing, líder do grupo de cientistas, afirmou: “No nosso estudo, as crianças com baixos níveis de vitamina D eram mais alérgicas, tinham um pior funcionamento dos pulmões e tomavam mais medicamentos“.

Já um outro estudo realizado no mês de Março com mulheres norte-americanas indicou que quem não consome os níveis adequados de vitamina D tem mais probabilidade de vir a artrite reumatóide, uma doença inflamatória crónica que ataca as estruturas articulares e periarticulares.

*Searing, D. et. al., Decreased serum vitamin D levels in children with asthma are associated with increased corticosteroid use, The Journal of Allergy and Clinical Immunology, Abril 2010 (LINK)
*Verónica, V. et. al., Association between Residences in U.S. Northern Latitudes and Rheumatoid Arthritis: A Spatial Analysis of the Nurses’ Health Study, Environmental Health Perspectives, Março 2010 (LINK)
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5) Magnésio previne cancro do colo-rectal.

O magnésio mantém a estabilidade genética e é um co-factor essencial da síntese e reparo do ADN. Agora, uma investigação com indivíduos japoneses mostrou que este mineral também pode ser uma grande ajuda na prevenção do cancro do colo-rectal, pelo menos para o sexo masculino.

Os cientistas recolheram dados de 40,830 homens e 46,287 mulheres entre os 45 e os 74 anos e registaram o seu consumo diário de magnésio. Foi observado que a incidência de cancro colo-rectal foi menor nos homens que consumiram doses maiores de magnésio. Não houve diferenças significativas nas mulheres.

*Sasazuki, S. et. al., High Dietary Intake of Magnesium May Decrease Risk of Colorectal Cancer in Japanese Men, The Journal of Nutrition Vol. 140, Nº 4, págs. 779-785, Abril 2010 (LINK)
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Outros destaques:

6) Arroz castanho oferece protecção contra elevada pressão arterial e o desenvolvimento de aterosclerose.

*Brown Rice and Cardiovascular Protection, ScienceDaily, Abril 2010 (LINK)

7) Uvas reduzem factores de risco provenientes de doenças do coração e diabetes tipo 2.

*Grapes Reduce Risk Factors for Heart Disease and Diabetes, Animal Study Shows, ScienceDaily, Abril 2010 (LINK)

8 ) Indivíduos cujas dietas incluam salada, nozes, peixe, carne de aves, frutas e vegetais e pouca quantidade de carnes vermelhas, manteiga e lacticínios “gordos” estão menos propensos a desenvolver a doença de Alzheimer.

*Gu, Y. et. al., Food Combination and Alzheimer Disease Risk, Archives of Neurology 67(6), Abril 2010 (LINK)

9) Suplementos multivitamínicos e de cálcio podem reduzir risco de contrair cancro da mama.

*Vitamin and Calcium Supplements May Reduce Breast Cancer Risk, ScienceDaily, Abril 2010 (LINK)

10) Défice de Ómega 3 ligado à infertilidade masculina.

*Roqueta-Rivera, M. et. al., Docosahexaenoic acid supplementation fully restores fertility and spermatogenesis in male delta-6 desaturase-null mice, The Journal of Lipid Research 51 (2):360, Abril 2010 (LINK)

11) Dieta rica em vitamina B reduz riscos cardíacos.

*Iso, H. et. al., Dietary Folate and Vitamin B6 and B12 Intake in Relation to Mortality From Cardiovascular Diseases. Japan Collaborative Cohort Study, Strok, Abril 2010 (LINK)

12) Dieta à base de vegetais, frutas e soja protege contra cancro da mama.

*Butler, L. et. al., A vegetable-fruit-soy dietary pattern protects against breast cancer among postmenopausal Singapore Chinese women, The American Journal of Clinical Nutrition Vol. 91, Nº 4, 1013-1019, Abril 2010 (LINK)


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L-Carnitina – Por que devo consumir este suplemento?

13 de Abril de 2010

O que é a carnitina?

A carnitina é um nutriente muito conhecido por ajudar o corpo a transformar gordura em energia. A carnitina mobiliza a gordura armazenada no corpo e queima-a durante o exercício físico. É produzida no fígado e nos rins e armazenada nos músculos esqueléticos, coração, cérebro e esperma.

Este suplemento traz benefícios tanto a nível do desporto como a nível da saúde. Vamos ver algumas razões pelas quais você deve consumir suplementos de l-carnitina.

L-Carnitina e Exercício físico

Alguns relatórios científicos indicaram que a carnitina melhora o desempenho físico. Não obstante apresentarem problemas de saúde, os voluntários sujeitos ao estudo mostraram consideráveis melhorias a nível da performance e endurance [*1], [*2].

Alguns estudos científicos mostraram que a carnitina reduz a massa gorda [*3]. Isto acontece porque a L-Carnitina utiliza as gorduras como fonte de energia. Enquanto está a perder gordura, está a ganhar energia.

Outro estudo recente mostrou que a carnitina estimula a síntese da testosterona, promovendo a recuperação muscular.

Não admira que a carnitina se tenha afirmado no mundo da suplementação desportiva.

L-Carnitina e Saúde

Vários estudos científicos têm mostrado que a carnitina é um suplemento eficaz no tratamento de alguns problemas de saúde.

Problemas de coração

A angina, ou angina de peito, é uma dor que aparece no peito devido ao baixo abastecimento de oxigénio ao músculo cardíaco. Várias experiências médicas indicaram que a L-carnitina pode ajudar a reduzir os sintomas da angina e a melhorar o desempenho físico dos indivíduos com este problema [*4].

Alguns pequenos estudos sugerem que pessoas que consumam l-carnitina logo após um ataque cardíaco têm menos probabilidade de voltarem a sofrer um novo ataque ou a experimentar outro tipo de dor no peito [*5].

De igual forma, outros estudos sugerem que a carnitina pode ajudar a aumentar os índices de energia em indivíduos que sofram de problemas do coração [*6].

Apesar disto, será escusado dizer que não deve auto-medicar-se mas sim aconselhar-se com um profissional de saúde qual a melhor forma de tratamento a seguir.

Neuropatia diabética

A neuropatia diabética é uma condição médica que se caracteriza pela lesão do sistema nervoso periférico.

Alguns estudos preliminares indicaram que a acetyl L-carnitina pode ajudar a tratar esta condição, reduzindo a dor física e reconstituindo os nervos afectados. Também foi sugerido que a carnitina pode ajudar os nervos a regenerarem-se [*7].

Stress Oxidativo

O stress oxidativo acontece quando existe um desequilíbrio entre a produção de radicais livres (prejudiciais ao organismo) e compostos biológicos capazes de os eliminar. A carnitina tem sido incluída nos tratamentos médicos uma vez que ajuda a reduzir o stress oxidativo [*8].

Alzheimer e problemas de memória

Alguns estudos mostraram que a acetyl L-carnitina pode atrasar a progressão da doença de Alzheimer, bem como ajudar a recuperar a memória nos idosos [*9]. No entanto, outros estudos não encontraram associações relevantes entre a carnitina e a doença de Alzheimer. Mais estudos são necessários para consolidar uma posição a este respeito.

Infertilidade

Indivíduos com défice de carnitina no organismo são mais propensos a produzir baixos níveis de esperma, o que contribui para a infertilidade masculina. Vários estudos mostraram que a suplementação com L-carnitina pode aumentar a produção de esperma e reduzir a infertilidade [*10].

Doença de Peyronie

A doença de Peyronie é caracterizada por uma curvatura no pénis, causada pelo bloqueamento do fluxo sanguíneo, que provoca dor e mau-estar durante a actividade sexual. Um estudo promissor mostrou que a acetyl L-carnitina pode reduzir a dor física e diminuir a manifestação desta doença [11].

Hipertiroidismo (ou hipertireoidismo)

O hipertiroidismo é uma desordem que ocorre quando a glândula tireóide fabrica mais hormonas do que as necessárias pelo corpo. Se não for detectada e tratada a tempo, pode danificar gravemente vários órgãos.

Um estudo mostrou que a L-carnitina pode ajudar a prevenir e a reduzir os sintomas provocados por esta desordem [*12].

Fontes de carnitina

A carnitina pode ser encontrada na carne vermelha (particularmente na carne de carneiro) e produtos à base de leite. Pode também ser encontrado em menores quantidades em alguns peixes, aves domésticas, trigo, espargos, abacate e manteiga de amendoim.

Suplementos de Carnitina da Prozis:

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Hiatt, W. et. al., Propionyl-L-carnitine improves exercise performance and functional status in patients with claudication, American Journal of Medicine 1;110(8):616-22, Junho 2001 (LINK)
[*2] – Werbach, W., Nutritional strategies for treating chronic fatigue syndrome, Alternative Medicine Review 5(2):93-108, Abril 2000 (LINK)
[*3] – Malaguarnera, M. et. al., L-Carnitine treatment reduces severity of physical and mental fatigue and increases cognitive functions in centenarians: a randomized and controlled clinical trial, American Journal of Clinical Nutrition, Vol. 86, Nº 6, págs. 1738-1744, Dezembro 2007 (LINK)
[*4] – Fugh-Berman, A., Herbs and dietary supplements in the prevention and treatment of cardiovascular disease, Preview Cardiology 3(1):24-32, 2000 (LINK)
[*5] – Xue, Y. et. al., L-carnitine as an adjunct therapy to percutaneous coronary intervention for non-ST elevation myocardial infarction, Cardiovascular Drugs and Therapy 21(6):445-8, Dezembro 2007 (LINK)
[*6] – Witte, K. & Clark, A. & Cleland, J., Chronic heart failure and micronutrients, Journal of the American College of Cardiology Foundation 37:1765-1774, 2001 (LINK)
[*7] – Head, K., Peripheral neuropathy: pathogenic mechanisms and alternative therapies, Alternative Medicine Review 11(4):294-329, Dezembro 2006 (LINK)
[*8] – Bemi, A. et. al., L-carnitine enhances resistance to oxidative stress by reducing DNA damage in Ataxia telangiectasia cells, Mutation Research 29;650(2):165-74, Fevereiro 2008 (LINK)
[*9] – Pettegrew, J. & Levine, J. & McClure, R., Acetyl-L-carnitine physical-chemical, metabolic, and therapeutic properties: relevance for its mode of action in Alzheimer’s disease and geriatric depression, Molecular Psychiatry Vol. 5, Nº 6, págs. 616-632, Dezembro 2000 (LINK)
[*10] – Sinclair, S., Male infertility: nutritional and environmental considerations, Alternative Medicine Review 5(1):28-38, Dezembro 2000 (LINK)
[*11] – Biagiotti, G. & Cavallini, G., Acetyl-L-carnitine vs tamoxifen in the oral therapy of Peyronie’s disease: a preliminary report, British Journal of Urology International 88(1):63-7, Julho 2001 (LINK)
[*12] – Benvenga, S. et. al., Usefulness of L-Carnitine, A Naturally Occurring Peripheral Antagonist of Thyroid Hormone Action, in Iatrogenic Hyperthyroidism: A Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Clinical Trial, The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism Vol. 86, Nº 8, 3579-3594, 2001 (LINK)


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